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Indígenas na educação superior e possibilidades de diálogo intercultural a experiência do programa rede de saberes – MS/Brasil

Antonio Hilario Aguilera Urquiza
Idioma: pr

Resumen

O presente texto pretende aprofundar a reflexão conceitual e epistemológica acerca da possibilidade de diálogo entre os conhecimentos tradicionais e os conhecimentos considerados “Ocidentais”, a partir do impacto na vida de indígenas nas universidades públicas no Estado Mato Grosso do Sul (Brasil). Esta região possui a maior quantidade de indígenas cursando a educação superior do país, ao redor de 900 estudantes. A presença dos povos indígenas na educação superior poderia ser compreendida como una estratégia de luta para construir seus processos de autonomia? Indígenas e Universidades, uma relação de colonialidade ou possibilidade de construção de autodeterminação destes povos? Este texto é fruto de pesquisa em andamento com os seguintes procedimentos metodológicos: inicialmente a investigação documental e bibliográfica, na tentativa de ler as experiências indígenas à luz de alguns autores e teóricos como Hall (2000), Bhabha (2003), Mignolo (2003), Freire (1970; 1992), Quijano (1992), Mato (2008; 2014; 2015), Aguilera Urquiza e Nascimento (2013) seguida pela experiência de trabalho de campo, realizada através de entrevistas semiestruturadas com estudantes indígenas participantes do “Programa Rede de Saberes – permanência de indígenas na educação superior”, especialmente com os egressos, aqueles que já terminaram a graduação.

Palabras clave

Colonialidade; indígenas e educação superior; interculturalidade; diálogo de conhecimentos


DOI: http://dx.doi.org/10.30972/riie.v0i8.3665

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