Luz para todos: el primer programa de electrificación de las favelas de Río de Janeiro, desde finales de la década de 1970 hasta comienzos de la de 1980
DOI:
https://doi.org/10.30972/crn.43439260Palabras clave:
Historia urbana, Infraestructura urbana, Servicios urbanos, FavelasResumen
El programa de electrificación de las favelas de Rio de Janeiro del fin de los años 1970 fue la primera intervención a gran escala para implementar un servicio público en estos espacios y brindó a los residentes una mayor sensación de seguridad respecto de los riesgos de expulsión. A partir de una investigación en archivos de organismos públicos y de la propia empresa Light, en la prensa de la
época y de entrevistas con dos ingenieros del programa, el presente trabajo pretende analizar brevemente la historia del servicio de energía en las favelas y comprender la implementación del mencionado programa, entendiendo los diversos impactos políticos a que este programa dio lugar. El análisis histórico del programa aporta elementos importantes para pensar en nuevas formas de gestionar los servicios públicos en las favelas en la búsqueda de nuevos arreglos para gestionar y regular tales servicios de forma más democrática y justa.
Descargas
Citas
Bittencourt, D.L. (2012). “O morro é do povo”: memórias e experiências de mobilização e favelas cariocas. Tesis de Maestría en Historia. Niterói, Brasil, UFF.
Cardoso, Adauto L., Luft, Rosangela M. y Ximenes, Luciana A. Ximenes (2023). Urbanização de favelas no Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Brasil, Editora Letra Capital.
Conn, S. (1969). The squatters’ rights of favelados. CIDOC (Centro Intercultural de documentacion), Cuarderno, (32).
Dawney, L. (2022). As múltiplas temporalidades da infraestrutura: ciudades atômicas e a memória de futuros perdidos. Aurora: revista de arte, mídia e política, (45), pp.117-134.
Fortuna, A.; Fortuna, J. P. (1974). Associativismo na favela. Revista de Administração Pública, (4), pp.103-152.
Foley, R.; Rushforth, R.; Kalinowski, T.; Bennet, I. (2020). From Public Engagement to Research Intervention: Analyzing Processes and Exploring Outcomes in Urban Techno-politics. Science as Culture, (29), pp.319-344.
Goulart, J.A. (1957), Favelas do Distrito Federal. Rio de Janeiro, Brasil, Ministério da Agricultura.
Grupo de Estudos sobre eletrificação de favelas. (1991). Informe final. Rio de Janeiro, Brasil.
Gonçalves, R.S. (2018). Favelas de Rio de Janeiro. Historia y derecho. Bogotá, Colombia, Editorial Javeriana.
Gonçalves, R.S. (2024). Favelas e Memória. Primeiros projetos de urbanização. Rio de Janeiro, Brasil, Editoras Numa e PUC-Rio.
Gonçalves, R.S., Pessanha, M. T. y Mororó, G.M. (2015). Pelo direito de permanecer: mobilização política e o acesso a servicios de água e luz nas favelas cariocas no período pós-estado novo. Revista Libertas, v.15, n.2.
IBAM. (1985). Avaliação do programa de eletrificação de interesse social. Rio de Janeiro, Brasil, IBAM.
Jaglin, S. (2004). Être branché ou pas. Les entre-deux des villes du Sud. Flux, (56-57). pp. 4–12.
Jaglin, S. e Zerah, M.-H. (2010). Eau des villes: repenser des services en mutation. Introduction. Revue Tiers Monde. (203). pp.7-22.
Latour, B. (1994). Jamais fomos modernos. Ensaio de antropologia simétrica. Rio de Janeiro, Brasil, Editora Nova Fronteira.
Leeds, A.; Leeds, E. (1978). O Brasil e o mito da ruralidade urbana: experiência urbana, trabalho e valores nas “áreas invadidas” do Rio de Janeiro e de Lima. En: Leeds, A.; Leeds, E. A sociologia do Brasil urbano. Rio de Janeiro, Brasil, Zahar.
Leeds, A.; Leeds, E. (1978). Favelas e comunidade política: a continuidade da estructura de controle social. En: Leeds, A.; Leeds, E. A sociologia do Brasil urbano. Rio de Janeiro, Brasil, Zahar.
LIGHT. (1997). Luz nas Favelas. Uma parte da História da Light. Memória da Light. Suplemento do Jornal da Light (6).
LIGHT. (1980a). Projetos de eletrificação de favelas. Rio de Janeiro, Brasil, Light.
LIGHT. (1980b). Eletrificação de favelas no município do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Brasil, Light.
Mcfarlane, C.; Rutherford, J. (2008). Political Infrastructures: Governing and Experiencing the Fabric of the City. International Journal of Urban and Regional Research, (32). pp. 363-374.
Oliveira, S.S.R. (2014). “Trabalhadores favelados”: identificación das favelas e movimentos sociais no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte. Tese de Doctorado en História. Rio de Janeiro, Brasil, CPDOC/FGV.
Oliveira, S.S.R. (2021). As “Batalhas do Rio”: as metáforas de guerra e as políticas para as favelas cariocas (1946-1961). Sociologias, (58). pp.418-443.
Pilo, F. (2023). O tecido tecnopolítico do Rio de Janeiro: reflexões sobre a infraestrutura de eletricidade. Estudos Avançados, (107), pp.83-100.
Pilo, F. (2023). Security planning, citizenship, and the political temporalities of electricity infrastructure. Urban Geography, (44). pp.1285-1304.
Roy, A. (2009). Planejamento e gestão espacial da pobreza. Revista Brasileira de Estudos Urbanos e Regionais, (11). pp.129-139.
Silva, M.L.P.; Oliveira, C.E. (1986), Eletrificação de favelas. Revista de Administração Pública, (33), pp.6-17.
Tavares, F. R. (2015). “Gatos Na Favela”: Eletrificação De Interesse Social, Cotidiano e Desenvolvimento Nas Favelas Cariocas. IV Simposio. Geocrit. In: http://www.ub.edu/geocrit/IVSimposio/Rangel.pdf (acesso dezembro 2025).
Vasconcellos, R.T. (1985). Luz nas favelas. En: Anais do Seminário Crise Urbana, energia e desenvolvimento alternativo: o caso do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, Brasil, IUPERJ.
Yaccoub, H. (2011). Tem “gato” na laje: consumo, cidadania e acesso à energia elétrica em uma favela carioca in XV Congresso Brasileiro de Sociologia (26 a 29 de julho de 2011), Curitiba.
Descargas
Publicado
Número
Sección
Licencia

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
CUADERNO URBANO sostiene su compromiso con las políticas de Acceso Abierto a la información científica, al considerar que tanto las publicaciones científicas como las investigaciones financiadas con fondos públicos deben circular en Internet en forma libre, gratuita y sin restricciones.
CUADERNO URBANO ratifica el modelo Acceso Abierto en el que los contenidos de las publicaciones científicas se encuentran disponibles a texto completo libre y gratuito en Internet, sin embargos temporales, y cuyos costos de producción editorial no son transferidos a los autores. Esta política propone quebrar las barreras económicas que generan inequidades tanto en el acceso a la información, como en la publicación de resultados de investigaciones.
.jpg)







